14 ANOS DE INVESTIMENTO EM ITAPEMA

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Neste mês de julho a Conasa Águas de Itapema completa 14 anos de atividade com muito a comemorar: universalizou o abastecimento de água no município e já alcançou o índice de 74% de tratamento do esgoto, serviço até então inexistente antes da chegada da Companhia, em 2004. A construção da lagoa de reservação de água bruta e de investimentos constantes na construção e gerenciamento das Estações de Tratamento de Água, o município está hoje amplamente abastecido com água tratada, sendo autossuficiente também nas temporadas de verão.

RECONHECIMENTOOs investimentos nos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário elevou o município ao patamar de melhor serviço de saneamento básico de Santa Catarina. Neste período, de quase uma década e meia, Itapema registrou uma das maiores taxas de crescimento populacional no Brasil. Hoje são mais de 60 mil habitantes fixos e mais de 500 mil turistas durante as temporadas de verão.

50 MILHÕES DE LITROS AO DIA

Os investimentos realizados possibilitaram que a vazão de 141 litros por segundo, existente no início das operações da Conasa, saltasse para 573 litros por segundo neste período de 14 anos. A capacidade de produção total da cidade em todas as ETAs é hoje de quase 50 milhões de litros dia e a reservação de água tratada superior a 9 milhões de litros. A lagoa de reservação de água bruta, abastecida na baixa temporada com água da chuva, conta com capacidade de 290 milhões de litros.

COLETA E TRATAMENTO DO ESGOTO SE AMPLIAM

A coleta e o tratamento do esgoto, que não existiam em 2004, já atendem a 74% da população e caminha para novos investimentos. Os serviços realizados pela Companhia estão respaldados na portaria 430/2011 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e na Lei Estadual 14.675/2009 para o lançamento da água do tratamento do esgoto em corpos hídricos. Testes para o rigoroso controle da qualidade da água tratada são realizados em laboratórios próprios e terceirizados conforme a legislação vigente – Portaria 2.914 do Ministério da Saúde de 2011 e Resolução Conama 357/2005.