Ação sobre a Dislexia é promovida pela Havan em jogo do Brasileirão, em parceria com o Athletico Paranaense e com a FUNCAP

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Entre os principais sintomas da dislexia está a dificuldade de decodificar o estímulo escrito ou o símbolo gráfico. O cérebro de uma pessoa com dislexia tem dificuldade para ordenar as letras e formar as palavras, afetando a leitura e a escrita. Por isso, a Havan, em parceria com o Athletico e com a FUNCAP, viabilizou a troca das letras dos nomes dos atletas nas camisas de jogo, com objetivo de mostrar é feita a leitura por um disléxico, evidenciando assim as dificuldades das pessoas com o distúrbio.  

Toda a ação foi mantida em segredo até o jogo iniciar, objetivando que o público estranhasse a escrita trocada e se questionasse sobre o que estava acontecendo. “Queríamos que o público se colocasse no lugar de quem tem dislexia e entendesse um pouco mais sobre este transtorno que afeta tantas pessoas. O futebol é uma paixão nacional e acreditamos que é uma excelente ferramenta de conscientização. Ficamos muito felizes com a repercussão e em alertar sobre esse importante assunto”, enfatiza a coordenadora do MKT Institucional da Havan, Ana Maria Leal da Veiga.  

O dono da Havan, Luciano Hang, é disléxico e aprendeu a ler somente com 12 anos. Sem saber que tinha o transtorno – aliás, nem sabia da existência da dislexia -, ele teve que desenvolver sozinho uma técnica para ler e escrever. Por ter vivido na pele essas dificuldades, ele afirma o quanto é fundamental informação e o acompanhamento adequado para esse e tantos outros transtornos. “Precisamos entender que ninguém é burro por não aprender com a mesma técnica que os demais. O ser humano é cheio de particularidades e esses detalhes precisam ser considerados. Com essa ação, nós quisemos deixar evidente que uma pessoa com dislexia ou algum outro transtorno precisa ser acolhida e acompanhada por profissionais capacitados. O quanto antes os pais perceberem essas particularidades, melhor será o desenvolvimento da criança e menores os reflexos na vida dela”, enfatiza.  

Mais conscientização

Em paralelo a ação realizada no jogo, uma série de vídeos de conscientização sobre a dislexia foram lançados no canal do YouTube da Havan. Conforme a psicopedagoga, Ana Paula Silva, serão quatro vídeos com foco em abordar os sintomas, tratamento e desmistificar o transtorno. “A criatividade é um traço marcante entre os disléxicos, aconselha-se os pais a estimularem a criança a desenhar, pintar, tocar instrumentos musicais e praticar esportes. O estímulo com atividades visuais também é muito importante. O tratamento da dislexia é um trabalho que exige paciência, pois é gradativo, mas os resultados logo aparecem e junto com a família, a escola e as terapias, o disléxico poderá ter uma vida escolar de muito sucesso. Por isso, é tão importante falar sobre o assunto”, conclui.

Neste sábado, 9 de outubro, a Havan realizou uma ação alusiva ao Dia Mundial da Dislexia, em parceria com o Athletico Paranaense e com a FUNCAP (Fundação Athletico Paranaense). A data é celebrada no dia 10 de outubro e a varejista escolheu a partida entre Athletico e Bahia, na Arena da Baixada, em Curitiba (PR), para alertar o público sobre o transtorno de aprendizagem que atinge entre 5% e 17% da população. A dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. 

Entre os principais sintomas da dislexia está a dificuldade de decodificar o estímulo escrito ou o símbolo gráfico. O cérebro de uma pessoa com dislexia tem dificuldade para ordenar as letras e formar as palavras, afetando a leitura e a escrita. Por isso, a Havan, em parceria com o Athletico e com a FUNCAP, viabilizou a troca das letras dos nomes dos atletas nas camisas de jogo, com objetivo de mostrar é feita a leitura por um disléxico, evidenciando assim as dificuldades das pessoas com o distúrbio.  

Toda a ação foi mantida em segredo até o jogo iniciar, objetivando que o público estranhasse a escrita trocada e se questionasse sobre o que estava acontecendo. “Queríamos que o público se colocasse no lugar de quem tem dislexia e entendesse um pouco mais sobre este transtorno que afeta tantas pessoas. O futebol é uma paixão nacional e acreditamos que é uma excelente ferramenta de conscientização. Ficamos muito felizes com a repercussão e em alertar sobre esse importante assunto”, enfatiza a coordenadora do MKT Institucional da Havan, Ana Maria Leal da Veiga.  

O dono da Havan, Luciano Hang, é disléxico e aprendeu a ler somente com 12 anos. Sem saber que tinha o transtorno – aliás, nem sabia da existência da dislexia -, ele teve que desenvolver sozinho uma técnica para ler e escrever. Por ter vivido na pele essas dificuldades, ele afirma o quanto é fundamental informação e o acompanhamento adequado para esse e tantos outros transtornos. “Precisamos entender que ninguém é burro por não aprender com a mesma técnica que os demais. O ser humano é cheio de particularidades e esses detalhes precisam ser considerados. Com essa ação, nós quisemos deixar evidente que uma pessoa com dislexia ou algum outro transtorno precisa ser acolhida e acompanhada por profissionais capacitados. O quanto antes os pais perceberem essas particularidades, melhor será o desenvolvimento da criança e menores os reflexos na vida dela”, enfatiza.  

Mais conscientização

Em paralelo a ação realizada no jogo, uma série de vídeos de conscientização sobre a dislexia foram lançados no canal do YouTube da Havan. Conforme a psicopedagoga, Ana Paula Silva, serão quatro vídeos com foco em abordar os sintomas, tratamento e desmistificar o transtorno. “A criatividade é um traço marcante entre os disléxicos, aconselha-se os pais a estimularem a criança a desenhar, pintar, tocar instrumentos musicais e praticar esportes. O estímulo com atividades visuais também é muito importante. O tratamento da dislexia é um trabalho que exige paciência, pois é gradativo, mas os resultados logo aparecem e junto com a família, a escola e as terapias, o disléxico poderá ter uma vida escolar de muito sucesso. Por isso, é tão importante falar sobre o assunto”, conclui.

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