ASSASSINO DA ESPOSA É PRESO QUANDO FOI TOMAR VACINA DA COVID-19 NO RIO GRANDE DO SUL

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Mais de um ano depois do crime, o acusado pelo feminicídio da esposa e médica pediatra Lúcia Regina Gomes Mattos Schultz, em março de 2020, foi preso nesta quarta-feira (14) na cidade de Arroio dos Ratos, interior do Rio Grande do Sul. Ele estava indo de vacinar contra a Covid-19. Ireno Nelson Pretzel já havia sido preso, logo depois do crime, mas foi solto no dia 3 de junho de 2020. Em março deste ano, Alex Blaschke Romito Almeida, o advogado de defesa do acusado, afirmou que havia duas decisões conflitantes e um pedido de habeas corpus em julgamento, portanto, orientou o réu confesso a não se apresentar e “continuar no local”.

Para a defesa, Ireno não apresenta risco para a sociedade, além de ser idoso e não ter antecedentes criminais e, por isso, protocolou o habeas corpus, que aguarda julgamento. Como o mandado de prisão ainda estava em aberto, ele foi preso nesta quarta-feira (14).

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Lúcia tinha 60 anos e foi morta dentro da casa de veraneio da família, na região central de Itapema, logo no começo do lockdown imposto para evitar o contágio da Covid-19, ainda em março de 2020. A PM foi chamada por vizinhos por volta das 17h30 daquela sexta-feira, e precisou arrombar a porta do apartamento do casal para localizar a vítima. Ireno já havia deixado o imóvel, mas foi preso ao retornar para o apartamento, para pegar a carteira. Ele contou à PM que agrediu a esposa durante uma discussão em que ela teria dado um tapa no rosto dele.

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