CARLOS MOISÉS MANDA RECADO A POLÍTICOS

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Por Erik Behenck:  O governador Carlos Moisés (PSL) garante que não tem nenhum problema com o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB). Segundo ele, não importa de qual partido seja o chefe do Poder Executivo, entregará projetos de obras da mesma maneira. A relação com Criciúma ficou complicada devido a situação envolvendo a Casan e depois a Celesc.

“Eu não estou todo dia na gestão pública, então ele deve acertar em muitas coisas. Nesse sentido de conversar, eu acho que poderíamos ter sido mais feliz. Eu não gosto de me comunicar por jornal, mas isso aconteceu”, comentou o governador. Segundo ele, a diferença entre os dois é que Salvaro já está na política há mais tempo, enquanto Moisés é estreante.

A relação entre os dois é protocolar, sem ressentimentos, garantiu o governador. “É uma coisa natural dos jornais plantarem notícias, como secretários, então as falas dele chegavam a mim pelo jornal. Quando eu tiver algo para falar com o prefeito, eu vou chamá-lo. Eu nem sei o que divergimos, porque não estou na gestão dele”, citou.

O primeiro nome indicado para concorrer à Prefeitura de Criciúma pelo PSL foi Daniel Freitas, eleito deputado federal no ano passado. Moisés disse que entende a decisão do político de continuar sua caminhada na Câmara dos Deputados. Afirmou que outros nomes estão sendo consultados, mas não citou nenhum deles.

“Eu não tenho preferência por A ou B, eu quero um sujeito exemplar e que se for do poder público, tenha feito ótimas entregas. Que se comprometa com o governo, para que faça o que estamos fazendo no Governo do Estado, fazendo uma seleção de técnicos, tratando o dinheiro público com rigor, eu fico satisfeito”, comentou.

Para Moisés, o ideal seria definir o candidato do PSL até o fim do ano. Em Tubarão o empresário Luciano Meneses deverá ser o representante do partido no pleito. Moisés diz que o escolhido deve ter alinhamento com as ideias do Governo do Estado, buscando reduzir a máquina pública e oferecer melhores serviços à população.

“A preferência número 1 é nós não coligarmos e muito menos apenas apoiar ou ser vice de alguém. Estamos discutindo quem nós vamos escolher, quem vai para essa corrida. Eu vejo algumas pessoas dizendo que você tem que estar com fulano de tal, porque ele vai ganhar, para mim isso não basta”, concluiu.

Fonte; 4oito.

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