CHEFE DA KING POLICE REPUDIA CARLOS MOISÉS GOVERNADOR DE SANTA CATARINA

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“Quem não está preparado para ocupar cargos públicos tem por tendência utilizar do privilégio e do poder para massacrar os mais humildes, fracos e sem vozes”.

Chefe da  King  Special Police do Estado da Carolina do Norte/EUA, Marcos Bomfim,  denuncia governador Carlos Moisés, por perseguição desnecessária  ao demitir radialista sem justa causa, apresentou em sua manifestação de apoio uma série de outras manifestações de lideranças contrárias a demissão, disse ou o governador repõem o radialista na função ou vamos trazer muitos outros vídeos até o ponto de tirá-lo do cargo,  sentenciou, veja o vídeo na íntegra!

Entenda o caso: O radialista Marco Fontella, foi convidado pelo governador para integrar o grupo de terceirizados para complementar a equipe de profissionais da Secom ( Secretária de Comunicação do Estado), Fontella, é um radialista de uma excelente reputação profissional, tem o respeito da categoria de profissionais de vários setores da comunicação, rádio, jornais e Tvs dentro e fora do Estado de Santa Catarina.  

Em função da crise política instalada no âmbito das investigações para apurar o pagamento antecipado autorizado pelo Governo do Estado, de R$ 33 milhões de reais, para aquisição de 200 respiradores para minimizar o impacto de mortes nos hospitais em decorrência do coronavírus.

O governador Carlos Moisés foi afastado pelo Tribunal Especial por 180 dias, e neste interim, o radialista realizou alguns trabalhos em suas redes sociais, emitindo sua opinião quanto à atitude do governo em não ter sido prudente quanto aos pagamentos antecipados, e na sua live, criticou a omissão do estado, que possui um acervo de assessorias técnicas e de órgãos reguladores que poderiam auxiliar numa compra emergencial e com isso ter evitado cair num golpe que golpeou muitos catarinenses com a sentença de morte pela ausência de respiradores que até hoje, 27/05, não foram entregues ao Estado e nem o dinheiro pago repatriado para os cofres públicos.

Carlos Moises, professor de direito e comandantes das Polícias, desconhece o poder da lei e da liberdade de expressão, a liberdades  garantida pela Constituição de 1988, principalmente nos incisos IV e IX do artigo 5º. Enquanto o inciso IV é mais amplo e trata da livre manifestação do pensamento, o inciso IX foca na liberdade de expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação.

Carlos Moisés, nestes termos pode ser considerado “amador” e sem traquejo político, não menor habilidade para lidar com profissionais das áreas intelectuais, posto que desconhecer a previsão da liberdade de expressão e do exercício profissional, tocante à manifestação de Fontella está protegida pelo artigo art. 5º, XIII, com constitucionalista que alega ser e como professor de direito,  não pode alegar ignorância, tão logo a demissão foi por intenção de prejudica-lo economicamente, vale ressaltar que no vídeo de opinião feito pelo profissional e é bom que observe que não houve acometimentos da honra do governador, somente teceu assuntos relacionados ao afastamento com fonte fidedigna, cabe recordar que o direito a ser informado – e não o é quem recebe notícias irreais – tem também raiz constitucional, como se vê do art. 5º, XIV, da CF, devemos considerar que sua demissão foi injusta por não trazer uma justa causa plausível para tal, ressalvando que a publicação do seu vídeo,  fora feito por meio próprios qual está fundado na categoria liberdade de expressão, de fato prejudicial ao Carlos Moisés ou aos pessoa jurídica do governador do Estado? A demissão nestes termos sem justa causa e por decisão do Estado pode ter sido unilateral e viciada com um único propósito atacar a liberdade profissional de Fontella, restaria apenas a pessoa de Carlos Moises buscar outras formas de requer o direito de indenização pelos danos sofridos, admitindo-se, entretanto, a prova da verdade, como fator excludente de responsabilidade, e não usar a máquina do estado para punir o profissional!? 

Por defender a verdade e criticar a omissão do senhor governador Carlos Moisés,  Fontella foi demitido do seu trabalho, “exercício profissional” sem uma justa causa, decisão “esdruxula” do qual este veículo o jornal Folha do Estado, repudia e considera perseguição vil e covarde; “Quem não está preparado para ocupar cargos públicos de relevância e de responsabilidade tem por tendência utilizar do privilégio e do poder para massacrar os mais humildes, fracos e sem vozes”.

 José Santana – jornalista/DRT3982/SC

KING POLICE CHIEF REPUDIA CARLOS MOISÉS GOVERNOR OF SANTA CATARINA

“Those who are not prepared to hold public office tend to use privilege and power to slaughter the most humble, weak and voiceless”.


Head of the North Carolina / USA King Special Police, Marcos Bomfim, denounces Governor Carlos Moisés, for unnecessary persecution for dismissing broadcaster without cause, presented in his support manifestation a series of other manifestations of leaders opposed to the dismissal, said or the governor will restore the radio broadcaster to the position or we will bring many other videos to the point of removing him from office, he said, see the video in full!
Understand the case: Radio broadcaster Marco Fontella was invited by the governor to join the group of outsourced workers to complement the team of professionals from Secom (Secretary of State Communication), Fontella, is a broadcaster with an excellent professional reputation, has the respect of category of professionals from various sectors of communication, radio, newspapers and TVs inside and outside the State of Santa Catarina.
Due to the political crisis installed in the scope of the investigations to determine the advance payment authorized by the State Government, of R $ 33 million reais, for the acquisition of 200 respirators to minimize the impact of deaths in hospitals due to the coronavirus.

Governor Carlos Moisés was dismissed by the Special Court for 180 days, and in the meantime, the radio broadcaster did some work on his social networks, issuing his opinion on the government’s attitude in not having been prudent about prepayments, and in his live, criticized the omission of the state, which has a collection of technical advisory and regulatory bodies that could assist in an emergency purchase and thereby avoided falling into a blow that struck many people in Santa Catarina with the death sentence for the absence of respirators that until today, 27 / 05, were not handed over to the State, nor was the money paid back to the public coffers.
Carlos Moisés, professor of law and police commanders, is unaware of the power of law and freedom of expression, the freedoms guaranteed by the 1988 Constitution, mainly in items IV and IX of article 5. While item IV is broader and deals with the free expression of thought, item IX focuses on the freedom of expression of intellectual, artistic, scientific and communication activity.

Carlos Moisés, in these terms can be considered “amateur” and without political skills, no less ability to deal with professionals in the intellectual areas, since ignoring the prediction of freedom of expression and professional practice, regarding Fontella’s manifestation is protected by the article art. 5th, XIII, with a constitutionalist who claims to be and as a professor of law, cannot claim ignorance, as soon as the dismissal was intended to harm him economically, it is worth mentioning that in the opinion video made by the professional and it is good to note that no there were compromises of the governor’s honor, he only wove matters related to the removal with a reliable source, it is worth remembering that the right to be informed – and it is not the one who receives unreal news – also has a constitutional root, as can be seen in art. 5, XIV, of the CF, we must consider that his dismissal was unfair because it did not bring a plausible just cause for this, noting that the publication of his video, had been done through his own which is based on the category of freedom of expression, in fact detrimental to the Carlos Moisés or the legal entities of the State Governor? The dismissal in these terms without just cause and by decision of the State may have been unilateral and flawed with a single purpose to attack Fontella professional freedom, it would remain only the person of Carlos Moisés to seek other forms of claiming the right to compensation for the damages suffered, admitting however, the proof of the truth, as an exclusionary factor of responsibility, and not using the state machine to punish the professional !?

For defending the truth and criticizing the omission of the governor, Carlos Moisés, Fontella was dismissed from his job, “professional exercise” without a just cause, a “weird” decision which this vehicle, the Folha do Estado newspaper, repudiates and considers vile persecution and Coward; “Those who are not prepared to occupy public positions of relevance and responsibility tend to use privilege and power to slaughter the most humble, weak and voiceless”.

Jose Santana
journalist / DRT3982 / SC

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