COLUNISTA (JC) QUESTIONA INEFICIÊNCIA EM OBRA DE REFORMAS E ASSESSOR REBATE COM CONTRAPONTOS

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No dia, 20, o colunista do Diarinho, JC levantou uma série de dúvidas e suspeitas sobre obra de manutenção no telhado da Casa Legislativa que segundo dito, mais chove dentro que fora, e ironiza, “obra da alagada casa do povo da Dubai que continua empacada, sentencia”.

http://diarinho.com.br/blogdojc/

JC e jornal em publicação levanta suspeitas em obras de manutenção da Câmara de Balneário Camboriú, segundo a o colunista renomeando, jogo do empurra-empurra a telhado esburacados, entra um sai outro e a dança segue a mesma, pois quando chove desaba aguaceiro, chove mais dentro do que for detonou o colunista, e segue, parece que é barda de ex-presidente, ou trocadilho glúteo, por “rabo gordo na cadeira” ou, cabeça de burro e levanta suspeita na contratação de empreiteira para fiscalizar obras que teria sido de R$100 mil reais. http://diarinho.com.br/blogdojc/

Mas a diante o colunista abre os serviços com uma saraivada de pau no lombo, “O dublê de vampiro italiano, Nilson Probst (MDB), quando tava com os glúteos na cadeira de mandachuva (ops, não manda-chuva, não!), contratou empresa, porque chovia, mas não arrumou. O Robertinho Bem Claro (MDB) também contratou. Continuou chovendo… Omar, também, ainda não se coçou. Que coisa”! 

No portal da Câmara de Vereadores, um nota assinada pelo diretor do Departamento de Comunicação e TV, Waldemar Cezar Neto, explica passo-a-passo e rebate os questionamentos ditos No “Blog do JC” do dia 20/09/2019 e na “Coluna do JC” no dia 21/09/2019, publicações do jornal Diário do Litoral,  diz a nota que foram feitas afirmações por ambos colunista e jornal, sobre obras na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú que não correspondem à realidade.

O portal do Legislativo explica ainda  que a Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú contratou uma empresa por quase R$ 100 mil para fiscalizar obras de recomposição do telhado, supostamente sem licitação e que o presidente da instituição não deu importância a problemas no telhado que causam goteiras nas dependências do Legislativo.

A assessoria, ainda descreve no corpo da nota alguns pontos da contratação questionada pelo colunista JC, veja no box:

Link portal https://www.balneariocamboriu.sc.leg.br/camara/conteudo/noticias/0/1/2019/47568

Quanto ao mais chove dentro do fora dito pelo colunista JC, a Assessoria deu uma outra versão, inclusive datando os registros, ao contrário dito por JC, esclarece que no 16/09/2019 – A empresa vencedora da licitação, assinou o contrato para início das obras no prédio. Nesse mesmo dia choveu forte em Balneário Camboriú e mais uma vez ocorrem problemas com goteiras nas repartições, fato registrado por esse jornal, com fotos e informações repassadas pela própria Câmara de Vereadores.

Diz ainda a Nota em seus contrapontos que podem ser lidos e revisados os dados no portal da Transparência; “Todos os fatos ditos na nota são públicos e registrados em atas ou documentos que estão à disposição de quem desejar conferi-los”, Dessa forma, para que a opinião pública seja corretamente informada, publicamos esses esclarecimentos. Finalizou nota de esclarecimento.

NR: Contudo, estes foram até agora os desdobramentos, primeiro Roald, como conhecemos o JC , que não deixa sem crivo do olhar clínico da sua coluna, não cometeria falhas ao fazer as citações com registros no jornal impresso. Ele, JC tem as fontes, porém, se tratando de opinião, o colunista tem todo o direito de fazer a fiscalização, porém, cabendo somente aos órgãos públicos prestar contas, o que é uma obrigação, o que não pode é chegar a este nível, a ponto de lavação roupa sujas em público. Por outro lado, sai ganhando o poder fiscal da imprensa que corajosamente levanta questões importantes chamando atenção para uma reforma que não vem de agora!. Os problemas já são antigos e com a quantidade de recursos que tem o Legislativo de Balneário, não poderia permitir a precarização de sua estrutura por questões políticas ou  burocráticas que muitas das vezes ou em todas elas geram prejuízos. Tudo indica que a repercussão da crítica do JC, “do mais chove dentro que fora” surta efeitos e a obra possa ser executada com a eficiência desejada pelo colunista. JS  

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