Embora digam que me cale serei a voz de minha consciência.

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Detestabilidade de emoções ou desprezo

Agência do INSS de Itapema, centro, SC. Acidente de trabalho. Perícia médica. A acessibilidade ao cadeirante em cadeira de rodas que se desmancha por “mal” (mau) uso e falta de substituição. A rampa de acesso a cadeirante que possui grade em chão para escoamento d’agua em mesmo sentido e alinhamento com as rodas que conduzam o acidentado segurado rumo à perícia parece “bréte” (curral de madeira) que leve animal a banho e tosa (corte de lã). Certamente que ao projeta-la em nada foi levado o conhecimento acadêmico ou primitivo básico que assuste qualquer criança, por desconhecimento e lógica. Haveriam de acidentarem-se, ainda mais, os que em rampa trafegassem, visto que, jamais poderiam construir e instalar a grade protetora de escoamento em caneleta desta forma, ilógico e de uma ingenuidade, em mínimo, temerosa. O atendimento do pessoal, gerente, jovens da recepção e seguranças é da melhor qualidade, parabéns! AH! A perícia médica. “Aff”!

Aqueles doutos

Aqueles doutos que se dizem “doutores”, muitos sem doutorado. A indelicadeza. Despreparo e nada de fino trato em relacionamento profissional que beire a humanidade. Um autoritarismo e rispidez que me relembre os tempos de casernas onde os recém-formados aspirantes arrotavam teorias com pouca prática onde o “fogo amigo” detonava com seu comando. O “antigão”, velho e barrigudo subtenente ou sargentão que tudo sabia das “malandragens” e deixava a própria sorte e em aprendizado de erros e dor o infantil jovem que pensava mandar e comandar a exemplo de Mussolini ou Hitler. Estes infelizes seres que se dizem “doutores” e se acham acima da vida ou morte onde a sensibilidade, delicadeza e fino trato passam longe das etiquetas que se exigem nesta sociedade de hipócritas. AH! HÁ perita médica. “Aff!”

Em sobressalto

Em minha vida de “campanha” (estância onde se cria gado) onde a “doma” (domesticação de animal) dos matungos (termo gaúcho para definir equinos) forja-se “ginetes”´(domadores especialistas) aprende-se a docilidade em parceria com o animal quando domesticado em respeito para que atenda as necessidades da “lida campeira” em bom desempenho e talento. Faltam talentos em alguns profissionais da saúde? O mínimo exigível seria a delicadeza em conduzir aquela vida que implora auxilio e orientação. Em sobressalto me fiz relembrar anos de 1990 onde em audiência trabalhista na cidade de Curitiba-PR forcei-me a ouvir de um “juiz do trabalho” a imposição de: “ Cale-se , limite-se a falar e responder somente o que lhe perguntei”. No “período militar” presenciei com tristeza e repulsa os excrementos e dejetos que os “participantes” – ha risos e “xingamentos” (ofensas e humilhações)- excretavam sob gritos e lágrimas, desespero. Misturavam-se aos ratos e mofo em alguns porões. AH! A “médica perita”. Um filme que me veio à mente, péssima lembrança! E neste caso, segundo ela , o “nervosinho” estava Eu! Lei da vida, ação e reação, “doutora”! Pareceu-me retornar ao “tribunal do trabalho” em audiência, aqui citado, tempo de “santa inquisição”, aos tempos de “caserna”, onde alguns nos diziam: “nada se cria tudo se copia”, não pense obedeça”.

Lei de retorno

Esquecem-se da perfeição deste universo, o mundo gira e retorna em oportunidades de reencontro. Sentir pena ou tristeza “destes seres” que se desumanizam a exemplos de “carniceiros” que comercializam corpos e algumas mentes? A tua cor, dinheiro ou titulo não te faz melhor ou pior quando te humaniza a salvar vidas. Estas riquezas que necessitam de seguranças e perda de liberdade, esses títulos de “doutores” que humilham e desequilibram a subjugar e ofender traz-me a realidade de um despreparo que os rotulem. Quem pensam ser esses “doutores” que ainda não entenderam ou parecem não quererem entender que se leva desta vida é a vida que se leva?

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