Equoterapia auxilia desenvolvimento de crianças em Itapema

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Uma vez por semana a rotina de mais de vinte crianças da Rede Municipal de Ensino de Itapema, inclui o contato direto com cavalos. Crianças com deficiências participam de sessões de Equoterapia que tem o objetivo de auxiliar os aspectos afetivos, cognitivos, sensoriais e motores.

O projeto acontece por meio do Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente (CMDCA) que destinou recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) para os atendimentos e visa promover e desenvolver a reabilitação de crianças com deficiências, resultando em um aumento da capacidade e potencialidade física, psíquica, educativa e social. As vantagens de utilizar os cavalos se dá pela versatilidade e docilidade e movimentos rítmicos precisos e tridimensionais do animal os qual se assemelham com o andar humano.

Nesta segunda-feira (27/05) foi realizado durante todo o dia uma conversa com os professores da Rede Municipal de Ensino que atendem a esses alunos. A intenção do encontro é mostrar para quem esta diariamente com os estudantes como é feito os trabalhos no Centro de Equoterapia. “Estamos no quarto encontro com professores e é muito gratificante ver durante as conversas os resultados que os professores trazem em diversos aspectos das melhorias em sala de aula dos seus alunos, mostrando que essa parceira da Educação com a Equovida só vem a beneficiar as crianças das nossas escolas, que necessitam desse tipo de atendimento”, salienta a Chefe de Educação Inclusiva, Silvia Renata Monteiro.

De acordo Silvia as crianças que participam da Equoterapia são encaminhadas a partir da avaliação realizadas nas escolas e com as famílias. “A terapia com cavalos só vem a evoluir os quadros desses alunos, é uma forma de acelerar a reabilitação das crianças e trazer uma qualidade de vida melhor não só dentro como fora das salas de aulas”, frisa.

Para a Secretária de Educação, Alessandra Simas Ghiotto, esse momento que as crianças passam com os cavalos é de extrema importância. “Já imaginou a sensação de uma criança cadeirante sair da sua cadeira de rodas, montar no cavalo e conseguir se equilibrar. Com certeza é um momento de independência e liberdade, fora todo o resultado que a terapia traz complementando outros tipos de terapia’, destaca.

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