Fundo de População da ONU leva ações de assistência humanitária a Manaus

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Novo escritório do UNFPA em Manaus funciona dentro da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação. Foto: UNFPA Brasil | Yareidy Perdomo.

A partir de setembro de 2019, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) passa a operar em Manaus, no Amazonas, ampliando o apoio à Operação Acolhida na assistência à população refugiada e migrante, majoritariamente da Venezuela, que chega ao Brasil pela região norte.

O UNFPA Brasil atua desde agosto de 2017 no estado vizinho, Roraima, liderando a prevenção e a resposta à violência de gênero, além de assessor a gestão local na oferta e no acesso aos serviços de saúde materna, parto seguro e planejamento da vida reprodutiva.

A ideia é levar para o novo posto de trabalho atendimentos em assistência humanitária, apoiando conjuntamente o governo do Amazonas, o município de Manaus e atores da sociedade civil da cidade. O escritório funciona na base da Operação Acolhida em Manaus, que fica na Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI).

Sobre a atuação do UNFPA

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) é a agência de desenvolvimento internacional da ONU que trata de questões populacionais. Desde sua criação, em julho de 1967, tem sido um ator chave nos programas de desenvolvimento populacional, saúde sexual, reprodutiva e direitos.

Em contextos de emergências humanitárias, o Fundo de População da ONU também apoia governos, organizações da sociedade civil e comunidades locais a promoverem os direitos de todas e todos afetados por uma situação de crise: tanto pessoas refugiadas e migrantes quanto brasileiras, em especial mulheres; jovens; população LGBTI; pessoas idosas; pessoas vivendo com HIV; indígenas e outros grupos étnicos-raciais; pessoas com deficiência e outras pessoas com necessidades de proteção.

Em Roraima, e agora em Manaus, o UNFPA está presente nas três fases da Operação Acolhida, a força-tarefa do governo federal que lidera resposta à crise migratória. São elas: Ordenamento de Fronteira, Acolhimento e Interiorização.

Neste contexto, o Fundo tem atuado na proteção contra a violência de gênero, exploração e abuso sexual, violações de direitos humanos, e em situações de demandas emergenciais de saúde reprodutiva.

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