ITAPEMA: VEREADOR XEPA ADVERTE PARA FALTA DE PROGRAMAS PARA INTERNAÇÃO DE DEPENDENTES QUÍMICOS

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No dia 26 de julho, a ONU determinou, julho Branco – mês do combate ao uso de drogas por crianças e adolescentes, e semana passada à entrevista concedida pelo vereador Alexandre Xepa, presidente da Câmara Municipal de Itapema, abordando o enfrentamento, as drogas a uma emissora de rádio, alerta para o problema social, de saúde e de segurança pública. Ele elencou métodos de prevenção para tratar os dependentes químicos que já estão contaminados pelos vícios das drogas. Xepa, citou uma criança de ‘treze anos’, que buscava uma vaga de internação e que por falta dela, após, não quis mais se internar, isto é preocupante revelou o Edil, criança com dependência química que segue sem este atendimento prioritário, sem retorno das nossas políticas públicas agravam as condições sociais, revelou também outro contraste, citando uma pessoa adulta que se perdeu nas drogas, lamentou!

 Segundo o vereador Xepa, estamos enfrentando uma doença social século, com repercussões e danos irreversíveis para todos os setores da sociedade, argumentou. “Vamos melhorar, melhorar, mas não melhora, temos que ter vagas disponíveis, parcerias, convênios com as comunidades terapêuticas, quero agradecer o Acolher, o Badejo, dona Marlete e do Provita, estão sempre atendendo, mesmo não ”tendo” parceria com o município, eles nunca negam uma vaga, agente procura outras clínicas por todo o Estado” Sem revelar o número de dependentes nesta situação. Falar até papagaio fala, vamos aos dados técnicos, vejamos que um dos pontos destacados na pesquisa da ‘Fiocruz’, é que cada usuário de drogas estabelece uma relação peculiar com a substância e com o traficante o que engrossa o caldo, para o gestor público, meia palavra basta!

Recentemente, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional de Câncer (INCA) e a Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, avaliou o perfil do usuário de drogas no Brasil com idades entre 12 e 65 anos. Os dados revelam a necessidade de buscar “alternativas” mais eficientes para conter os impactos desse problema sobre a saúde individual e coletiva. Na prática sem a implementação de alternativas, dizem os especialistas, os problemas com vícios em drogas têm por tendência natural se agravar com o aumento de viciados, roubos e furtos, mortes e homicídios e por fim o fortalecimento do tráfico nas comunidades!

Não existem meios-termos, as medidas não podem ser paliativas, vista grossa ou do não temos nada a ver com isto! Pode amanhã, dentro de a nossa família pode eclodir o problema, as medidas tardias resultam em estatísticas, como bem disse o Vereador Xepa, “não há tempo e sim oportunidade para recuperar um viciado com tratamentos adequados” O governo tem que viabilizar ações que reduzam os impactos das drogas sobre as relações sociais, familiares e profissionais, para finalizar “na ausência do estado o crime destrói a família, base da sociedade”.

Sem Resposta: Entramos em contato com Assessoria de Comunicação da prefeitura de Itapema, abordamos os seguintes questionamentos; O presidente da Câmara, Alexandre Xepa falou em uma entrevista semana passada, sobre comunidades terapêuticas, gostaria que o Senhor indicasse alguém do Governo para responder sobre quais programas de assistência e de acompanhamento ao dependente químico que procuram ajuda no sistema público de Itapema?

NR: até o fechamento desta edição a Assessoria do Governo de Itapema, visualizou o questionamento, em seguida entrou em modo “tela azul” sem resposta deduzimos que não possuem nenhum programa de assistência ou de apoio aos dependentes químicos! Espaço segue em aberto caso desejar destacar seus programas de assistência aos dependentes químicos em Itapema.

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