JUSTIÇA ACOMPANHA CORONAVÍRUS EM SANTA CATARINA

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A Presidência do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça, Diretoria-Geral Administrativa e Diretoria de Saúde, realizou hoje (9/3) reunião para tratar do surgimento de novos casos de contaminação pelo coronavírus (Covid-19) no Estado e possíveis impactos no âmbito do Poder Judiciário catarinense. O grupo reforça o alerta a magistrados, servidores e sociedade em geral para os cuidados que devem ser adotados a fim de evitar a propagação da doença.

De acordo com o responsável pela Diretoria de Saúde, José Eduardo Cacese Shiozawa, a melhor maneira de combater a doença é com informação correta e adoção de cuidados básicos de proteção. “Não há motivo para pânico, mas é importante que as pessoas fiquem atentas aos sintomas e, caso necessário, procurem o serviço de saúde especializado. Em caso de viagens para locais que registram número elevado de casos, verifique a possibilidade de adiamento do voo. Se não for possível, redobre os cuidados com a higiene das mãos, evite locais com muita aglomeração de pessoas e adote as recomendações básicas de proteção”, explica Shiozawa.

O contágio entre humanos pode se dar pelo ar – por meio de tosse e espirro, contato pessoal e com objetos ou superfícies contaminadas. O médico Fábio André Melara Infeld, da Diretoria de Saúde, lembra que são considerados casos suspeitos aqueles em que o indivíduo apresenta sintomas como febre, tosse ou dificuldade para respirar e esteve, nos últimos 14 dias, em algum dos países onde o coronavírus está disseminado.

Medidas de prevenção:
 
Lavar as mãos com água e sabão com frequência;
 
Evitar tocar os olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
 
Evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
 
Usar o antebraço ou lenço de papel para cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar;
 
Limpar e desinfetar com álcool gel 70 objetos e superfícies tocados com frequência, como celulares, teclados, mouses e aparelhos telefônicos;
 
Não compartilhar objetos de uso pessoal.
 
 
Caso suspeito
 
Situação 1: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a OMS, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OU
 
Situação 2: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de contato próximo com caso suspeito para o coronavírus (2019-nCoV) nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OU
 
Situação 3: Febre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E contato próximo com caso de coronavírus (2019-nCoV) confirmado em laboratório, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.

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Imagens: Artes: Secretaria de Estado da Saúde de SC

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