Livro denuncia perigos dos agrotóxicos

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O livro “Não coma veneno: Agrotóxicos e alimentação saudável”, de Francisco Karam, será distribuído durante a reunião plenária, nesta segunda-feira (8/7), das 14h às 19h, no edifício Casa do Barão, em Florianópolis. As inscrições podem ser feitas neste link até às 16h de hoje (5/7) em Florianópolis

Em seu livro “Não coma veneno: Agrotóxicos e alimentação saudável”, publicado em 2013, o médico Francisco Karam (1919-2017) já alertava para os perigos que os alimentos com agrotóxicos representam para a saúde humana, podendo causar doenças como intoxicações, mal de Alzheimer e até a morte. De forma simples e transparente, o autor explica que é possível e necessário consumir produtos agrícolas de todos os tipos, mas que, para evitar efeitos nocivos, é preciso adotar medidas preventivas – como fiscalizações nas lavouras e na comercialização dos produtos. 

Na próxima reunião plenária do Fórum Catarinense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (FCCIAT), que será realizada nesta segunda-feira (8/7), 100 exemplares do livro serão distribuídos pela filha do autor, Beth Karam. A reunião será das 14h às 19h, no edifício Casa do Barão, em Florianópolis. As inscrições podem ser feitas neste link até às 16h de hoje (5/7). O encontro é aberto ao público, mas somente os representantes formais das organizações participantes podem votar em deliberações.

Durante o encontro também serão debatidos os Projetos de Lei nº 0010.3/2019, de autoria da deputada estadual Luciana Carminatti, que busca vedar a pulverização aérea de agrotóxicos em Santa Catarina, e nº 17.538/2018, que institui e define a produção agrícola, pecuária, extrativista e as práticas de manejo de recursos naturais no município de Florianópolis como zona livre de agrotóxicos. A proposta é de autoria do vereador Marquito e está tramitando na Câmara Municipal da Capital.

A eleição para Coordenador-Geral e Coordenador Adjunto do Fórum também ocorrerá nesta reunião.

FCCIAT

Fomentado pelo MPSC, pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o Fórum foi criado em fevereiro de 2015 com a finalidade de instituir um espaço de debate para formulação de propostas, discussão e fiscalização de políticas públicas relacionadas aos impactos dos agrotóxicos e transgênicos na saúde da população. Atualmente, mais de 80 instituições públicas e privadas integram o grupo.

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