Morte natural

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Morte “morrida”.

Há “teoria do extermínio”. A imprensa tem sofrido “suas baixas”, pensadores e escritores se despedem desta terra abruptamente ou em morte há seu tempo e local. Alguns dizem, até afirmam que existe um certo “extermínio”, vozes que se calam ou são caladas pelo “sistema”. É tudo muito “doido” neste mundo em que vivemos. Será? Calam e se calam em satisfação e alinhamento a pensamentos e imposições visando interesses corporativos?


A vida tem seu ciclo natural, envelhecemos e trocamos de estágio, acredito. Ocorre que muitos aceleram irresponsavelmente este processo ou são “descartados por interesses alheios a racionalidade”. O que espera população daqueles que escrevem e falam de alguma forma neste país onde imensidão de mentes estão entorpecidas pelo fanatismo e fascínio em que nem mesmo admitem racionalizar, pensar ou questionar o escárnio que lhes trazem um “bando de corruptos ou alienados” que somente visem benefício próprio ou corporativo que os alimente financeiramente, esquecendo-se a fazer chacota dos mais pobres e desfavorecidos. Estamos adoentados ou adoecidos propositalmente neste amado “brasil”. Não se trata de “patriotismo exagerado ou anulativo”. Preocupa-me a condução de mentes em direção a caos ou “curral eleitoral e eleitoreiro”. 

Descontentamento.

“Eu tenho vergonha do que eu recebo do Exército. Se eu mostrar pro meu filho que eu sou general de Exército e ganho líquido R$ 19.000, eu tenho vergonha.” Foi dessa forma que o General Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, falou sobre o seu salário nesta quarta-feira (10) na Câmara dos Deputados”.
O “eleito presidente” quer um “ministro terrivelmente cristão (evangélico)”, seu ministro “general” está descontente com seu salário de quase vinte mil reais, argumenta a colocar-se em “posição superior” dizendo-se “injustiçado” devido a “qualificação que adquiriu”. Educadamente poderíamos dizer: “Vá plantar batatas, digníssimo senhor”! Uma disparidade e desproporcionalidade de renda ou salário que criminosamente mantem população sob jugo e condicione a mando e de uma vergonhosa forma a conseguir resultados expressivos com mão de obra barata e trabalho análogo a escravidão. Sim, “ele fez por merecer o alto salário e os penduricalhos” que hoje recebe. Fácil quando se procede de privilégios, em maioria das vezes, salvo raras exceções. A meritocracia que mate e anule oportunidades dos mais pobres, enquanto privilegiados estudam outros “quebrem pedras” e limpem seus mictórios e mansões “a preço e gratificação vil”. Estamos enojados ou alinhados ao pensamento que devemos tirar o país das mãos de “comunistas” e “comedores de crianças”, palavras infelizes que muitos executam e exercem a estimular e “consumir” comercio ilegal e criminoso de órgãos humanos ou em êxtase com a prostituição e exploração sexual de crianças. Doentes ou adoentados por uma sociedade hipócrita, egoísta e alienada?

Está difícil.

Está difícil ter “estomago” para aguentar tanta indiferença, desigualdade, alienação e morte, corpo e mente. Coincidências ou propositados “descartes, queima de arquivos” que possam atrapalhar “projeto de país”? Estamos pequenos, diziam-nos que “seriamos gigantes”. Entregam reservas, privatizam, se condicionam a domínio de outros povos como a aceitarem tempos de infeliz escravidão do passado? Onde está a “soberania nacional?” Aqueles eleitos fazem conluio e entreguísmo a prejudicarem população e classe produtora e trabalhadora? As “mentes estão tomadas”, doentes ou adoecidas propositalmente por “aqueles que sempre dominaram e influenciaram no poder no mundo” é desumano ou maquiavélico os “meios de comunicação” estarem em “mãos de poucos”. Somos culpados, pelo menos os que detêm e detiveram o poder e nada fizeram para mudar tal situação. Agora “chorem lágrimas de sangue ou de crocodilo”.

Pouco a pouco.

Morrem ou são “morridos” os que se levantam ou levantem questões humanitárias e sociais. Calam ou calem-se “bocas” que gritem e queiram igualdade ou justiça social. Em que mundo estamos e vivemos? Preocupante, triste realidade de um exclusivismo egoístico a matar ou deixar que matem as mentes que queiram melhorias, inclusão, igualdade e justiça social.


Aguardem, apenas começou, em breve poderá ser com vocês. Acordem!

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