MÚSICO LANÇA EP CASEIRO GRAVADO DURANTE O ISOLAMENTO

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Você ficou em casa nesses últimos meses? #EleFicou. Bruce Marques, guitarrista, vocalista e integrante das bandas Yellow Box, Villagrand, Ulbricht, Rota 88 e RitaLeeze – ufa! – aproveitou o confinamento para produzir em duas semanas e de forma 100% independente seu primeiro trabalho em carreira solo. Batizado de ‘Fraldas, Louças e Sessões Experimentais de Quarentena’, o demo EP traz cinco faixas autorais compostas pelo músico ao longo dos últimos 20 anos, com temáticas de amor, temperos pop, rock, folk e funk, e a intenção de soar cru, sem muitas edições e efeitos.

Com os bares fechados e shows cancelados por conta da atual pandemia, Bruce utilizou seu tempo vago para resgatar suas antigas composições embalado pela melhor motivação possível: a chegada de seu primeiro filho. O nascimento foi o gatilho para a criação da principal canção do disco, batizada de “Vicente, Meu Amigo”. Já três das outras quatro músicas estavam guardadas desde a época do Ensino Médio e foram reformuladas: “Filosofia de Um Amor Não Correspondido” surgiu de uma dor-de-cotovelo em 2001, “Sentado na Esquina” retrata parte da rotina que ele vivia em 2002, e “Música Hippie” brotou envolvida pela atmosfera da Praia da Solidão, que faz divisa com o Canto do Morcego em Itajaí, a qual frequentava quase que diariamente no início dos anos 2000. Outra canção de amor veio em 2009, “Quero Ficar Com Você”, que tem uma pegada dançante e dificilmente vai te deixar parado.

Bruce revela que “há leves desafinações, ‘coisas’ um pouco fora do tempo, imperfeições propositais como se uma banda de ‘Bruces’ estivesse tomando uma gelada e tocando ao vivo na sala de casa, e não como se fossem músicos robôs automatizados e perfeitos. Tentei ser o mais orgânico possível”. Com pouco conhecimento em softwares de gravação, mas muito foco e dedicação, ele levou o isolamento ao pé da letra e utilizou somente equipamentos disponíveis em casa durante a quarentena: um tecladinho de infância, cajon, chocalhos, tamborzinho de percussão, hashis – de comer sushi! – como baquetas, violão de nylon microfonado como contrabaixo, guitarra com “cordas velhas” passando por um pedalboard plugado em um mini-amp de 1 watt, além de gravar várias vozes com um microfone de palco. “Tudo isso em uma mesa de som pequena ligada na entrada de microfone do computador ‘velho de guerra’”, explica. Sem experiência prévia e com simplicidade, também fez a mixagem e a masterização das faixas, contando apenas com dicas de alguns amigos antes de finalizar cada uma.

A capa de “Fraldas, Louças e Sessões Experimentais de Quarentena” mostra todos os instrumentos utilizados na gravação, e o demo EP está disponível nas principais plataformas digitais, inclusive no YouTube. Você pode acompanhar as novidades na página do artista recém criada no Facebook e no perfil @brucemarquesrock no Instagram.

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