Nova política de conteúdo do YouTube já derrubou mais de 17 mil canais

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Desde que o YouTube implementou mudanças na forma como responde a conteúdos voltados ao discurso de ódio e práticas perigosas, em junho deste ano, a rede de vídeos da Google já excluiu mais de 100 milhões de vídeos, apagou meio bilhão de comentários e efetivamente eliminou 17 mil canais, segundo post publicado no blog oficial da empresa.

Os números apresentados são cerca de cinco vezes maiores do que os do trimestre anterior, uma evidência de que as novas políticas estão surtindo efeito em larga escala. A Google ressalta, porém, que boa parte do material excluído era de uploads antigos que, dentro das nova regras, estavam em discordância de termos.

“Nós estamos removendo conteúdos perigosos desde que o YouTube nasceu, mas o nosso investimento nesse tipo de trabalho acelerou nos últimos anos”, diz o post. “Nos últimos 18 meses, nós reduzimos visualizações de vídeos que foram posteriormente removidos por violarem nossas práticas em um grau de 80% ou mais, e estamos continuamente trabalhando para reduzir esse número ainda mais”.

Desde que o YouTube implementou mudanças na forma como responde a conteúdos voltados ao discurso de ódio e práticas perigosas, em junho deste ano, a rede de vídeos da Google já excluiu mais de 100 milhões de vídeos, apagou meio bilhão de comentários e efetivamente eliminou 17 mil canais, segundo post publicado no blog oficial da empresa.

Os números apresentados são cerca de cinco vezes maiores do que os do trimestre anterior, uma evidência de que as novas políticas estão surtindo efeito em larga escala. A Google ressalta, porém, que boa parte do material excluído era de uploads antigos que, dentro das nova regras, estavam em discordância de termos.

“Nós estamos removendo conteúdos perigosos desde que o YouTube nasceu, mas o nosso investimento nesse tipo de trabalho acelerou nos últimos anos”, diz o post. “Nos últimos 18 meses, nós reduzimos visualizações de vídeos que foram posteriormente removidos por violarem nossas práticas em um grau de 80% ou mais, e estamos continuamente trabalhando para reduzir esse número ainda mais”.

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