O ABORTO CONSCIENTE É UMA MÁQUINA A SERVIÇO DO CRIME PATROCINADA PELA AUSÊNCIA DO ESTADO

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“O Cidadão pertence ao Estado e qualquer política nociva que comprometa a saúde, o bem-estar, a vida, desde a sua concepção, dignidade é responsabilidade dos agentes ativos dos governos”

Em meio às repercussões da aprovação na Argentina da legalização do aborto, concedendo o direito de as mulheres recorrerem ao aborto legal, “seguro” sem responsabilidade civil e criminal, tornado uma prática comum no Estado Argentino.  O aborto no Brasil é crime, salvo dois excludentes de licitude, em caso de estupro e quando a mulher está sobre risco de morte na gravides, outrossim, o aborto é tido como crime contra a vida, onde você incorre nos artigos 124 e 126 do nosso código penal em que se pune a mulher e quem a ajuda na pratica do abortivo consciente. “Sentenciar a mulher que aborta com cadeia, prejudica a mulher, a família e a sociedade, a punição não reduz os abortos, está provado que não e sabe-se que o aborto é negócio que beneficia uma indústria de serviços e de medicamentos que fomenta uma horda de criminosos legalizados a céus aberto, exercendo sem qualquer internação do Estado a terrível pratica justiceira e injusta de assassinatos programadas, isto beira ao abismo da selvageria”.  

Mesmo com estas restrições em lei que pode punir com a condenação e prisão, estimasse que ocorrem entre 500 mil a um milhão de abortos por ano no Brasil. Na mesma pesquisa cientifica, estima-se que a Mulher, até chegar aos 40 anos, uma a cada cinco brasileiras terá provocado pelo menos um aborto consciente. Ou seja, uma a cada cinco mulheres, isso quer dizer que você conhece cinco mulheres nesta faixa-etária.  Os números são assustadores, o aborto é a quarta causa de morte materna no Brasil, segundo dados dos órgãos oficiais do governo. No ano de 2015 houveram 211 mortes e em 2016, 203 mortes por aborto no Brasil.  Então em 2016 cerca de cinco mil mulheres quase morreram, ou seja, tiveram complicações muito graves em decorrência do aborto.  Quem são as mulheres que recorrem a prática do aborto, e por que essas mulheres não deixam de abortar, mesmo sabendo da legislação proibitiva, é uma questão educacional, cultural ou socioeconômicas ou de políticas públicas ineficientes.  Estudamos alguns casos e as revelações aponta para o seguinte diagnóstico,  mulheres que têm melhores condições socioeconômicas e maior nível de “escolaridade”, elas sabem como recorrer a soluções seguras, embora clandestinas, elas procuram sobretudo soluções medicamentosas à base de misoprostol  ou procuram clínicas clandestinas a peso de ouro, estes profissionais atuam na ausência de políticas publica, onde o crime compensa,  esses “profissionais” do crime têm recursos, técnicos para oferecer um aborto seguro, enquanto as mulheres “ignorantes, pobres e negras”, procuram soluções inseguras e acabam por encontrar sofrimento, morte e dor e complicações judiciais.

Em países onde a prática está legalizada houveram uma diminuição e números de mulheres que abortam uma ou até três vezes desapareceram das estatísticas, o que houve, por que não interessa a divulgar dos números de assassinatos legalizados pela força da ignorância e ausência do Estado. Fica bem mais fácil para os “aborteiros” para a indústria que fez desta pratica hedionda um mercado bilionário crescente ano-a-ano em todos os continentes.  A indústria criminosa que se locupleta em cima da ignorância, da desorientação das formas preventivas de contraceptivos para não engravidar, para não voltar a engravidar e daí evitar a gravidez sem planejamento e levando consequentemente ao aborto. Verificamos na lei, que a punição não tem alcance e nem repercussão positivas para diminuírem os números de aborto no Brasil, em nosso diagnóstico, identificamos o extremo da injustiça contra a mulher, as formulas contraceptivas aplicasse em 90% a mulher, a única que atende ambos os sexos, são a camisinha que previne ambos e a vasectomia que previne o homem e impede a mulher das consequências da “laqueadura”, que são invasivas e causam sérios problemas na saúde da Mulher.  Não existem interesse ou políticas públicas educacionais para orientar o homem (macho) a entender as consequências dos usos irresponsável da genitália, órgão reprodutor, que sozinho, não reproduz, há um conjunto de ações entre os casais para que ocorra uma fecundação, sexo sem compromisso e irresponsáveis, são as principais causas dos abortos em todas as escalas das sociedades emergentes, civilizadas e contemporâneas.

Outro fator, que evidencia o machismo proposto por nossos legisladores, quais são maioria massacrante de masculinos nas Assembleias, Câmaras e Senado, no Código Penal vigente, de 1940, o homem parece que não faz parte do coito, a responsabilidade recai sobre a mulher as tipificando de criminosas, muitas das vezes, essas mulheres são denunciadas e pagam suas penas em todos os âmbitos da sociedade com severas restrições da lei, sobretudo, com a discriminação da sociedade que as taxam como criminosas, enquanto, isso a Legislação não alcança o homem, a mulher não engravida sozinha, mas, quando descobre a gravidez indesejada, ela perde apoio da família, do companheiro, do Estado, restando a elas arcarem todas as consequências, isto é muito injusto!.  A crise do aborto no mundo, não é um problema exclusivo do Brasil é um genocídio mundial, os dados coletados por estudos sérios realizados pelo Ministério da Saúde, aponta para um relógio da morte no mundo, por estimativa, veja que os números por “minuto” as mortes são estarrecedoras, um genocídio coletivo diário; 190 mulheres enfrentam uma gravidez não planejada, 110 mulheres apresentam uma complicação relacionada à gravidez, 40 mulheres se arriscam em um abortamento, 380 mulheres têm gravidez planejada, 1 mulher morre por complicação relacionada ao ciclo gravídico-puerperal. “O Cidadão pertence ao Estado e qualquer política nociva que comprometa a saúde, o bem-estar, a vida, desde a sua concepção, dignidade é responsabilidade dos governos”

Este artigo é resultado de pesquisas e dados fidedignos, contudo, não abordo a questão moral, ética e espiritual, apenas levanto questões de costumes, de interesses da indústria de serviços e de laboratórios da morte e da criminosa ausência do Estado em implantar políticas de prevenção eficientes para “educar” e elevar a responsabilidade moral, ética e espiritual dos seus cidadãos, sobretudo, de fazer conhecer as consequências que é a trava para processo evolutivo da mente humana, dotadas de inteligência com poderes de autocontrole de suas genitálias quais com métodos educacionais e socioeconômico podem perfeitamente impactar na cultura criminosa do aborto no Brasil e no Mundo.

José Santana   

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