PM da reserva é condenado há 20 anos e 10 meses de prisão em Itapema

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Feminicídio: O júri popular na Câmara Municipal de Itapema, teve inicio às 9h, e finalizou às 23h32min com o veredito pela condenação.

Fernando Palhano Lopes, policial militar de 54 anos, foi subsentido a júri popular nesta quinta-feira, (20), na sede da Câmara Municipal de Itapema, onde foi julgado, condenado pelo júri e ouviu a sentença de 20 anos e 10 meses, do Excelentíssimo juiz da Vara Criminal, Dr. Marcelo Trevisan Tambosi,

Entenda o caso: O PM Fernando Lopes, foi acusado de matar a esposa, Karla Silva de Sá Lopes, em 2017.

Ele foi acusado pelo Ministério Público, por homicídio triplamente qualificado – feminicídio, assassinato por motivo torpe, impossibilidade a defesa e ocultação de cadáver.

Karla havia passado no concurso da Polícia Civil e iria assumir a vaga na cidade vizinha de São João Batista, teria sido um dos motivos de conflitos que teria levado a sua morte, conforme as investigações, ela desapareceu em dezembro de 2017, a denúncia do seu sumiço foi feita pelo marido e deu informações desencontradas e o colocou de imediato como suspeito, ele alegou na sua declaração de que ela teria saído para caminhar na praia pela manhã e não havia retornado.

As investigações apuraram preliminares que ele era o suspeito do homicídio. O PM teria confessado informalmente o crime para capitão Rodrigues, da Polícia Militar, e desenhado um mapa indicando o local onde enterrou o corpo da ex-mulher.

O corpo só foi encontrado no dia seguinte, na Praia de Taquaras, após o acusado indicar através de um mapa onde estava o corpo da vitima, ela foi encontrada numa cova rasa, com um disparo na cabeça.

Karla Silva de Sá Lopes era policial civil, natural de Lages e trabalhava na delegacia de Correia Pinto. Ela estava para ser transferida para a cidade de São João Batista .

Karla deixou os pais e um filho de 13 anos.

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