Policial desaparecida é encontrada morta na Praia de Taquaras

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Informação oficial: Desaparecida em Itapema, Karla silva de Sá lopes, 28 anos, casada, saiu hoje dia 06/12, às 7:30, de casa para fazer uma caminhada e não retornou. A jovem é Policial Civil e era esposa do cabo Luiz Fernando Lopes, Polícia Militar/Reserva. Karla era uma das sete agentes de polícia que reforçariam a polícia da 17ª Delegacia Regional de Brusque. Ela deveria se apresentar na delegacia de São João Batista, onde atuaria, na segunda-feira, 12.

Informação é oficial que a policial karla Silva de Sá, foi encontrada morta com um disparo de arma de fogo no pescoço. Segundo nossa fonte, o Cabo disparou um tiro a queima roupa na vítima… Ele confessou como executou e como enterrou o corpo dela em Taquaras.

Modus Operandis: Após ter executado a moça, foi ao batalhão, entregou a arma e admitiu o crime. Estamos apurando os desdobramentos e logo traremos em primeira mão, mais informações sobre o caso de feminicídio, ou seja, crime Hediondo. As causas: O autor do crime disse que discutiu com Karla, perdeu a cabeça e atirou na cabeça dela. Neste momento, 19:20 hs, de 07/12/2017, o “assassínio” confesso está sendo conduzido para indicar onde enterrou o corpo da vítima, na praia de Taquaras em Balneário Camboriú.

Veja mais sobre o caso: Karla era uma das sete agentes de polícia que reforçariam a polícia da 17ª Delegacia Regional de Brusque. Ela deveria se apresentar na delegacia de São João Batista, onde atuaria, na segunda-feira, 12. https://www.folhaestado.com/policial-civil-desaparece-em-itapema/

O que diz a Lei:

O crime de feminicídio íntimo está previsto na legislação desde a entrada em vigor da Lei nº 13.104/2015, que alterou o art. 121 do Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940), para prever o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio. Assim, o assassinato de uma mulher cometido por razões da condição de sexo feminino, isto é, quando o crime envolve: “violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher”.

É importante lembrar que, ao incluir no Código Penal o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio, o feminicídio foi adicionado ao rol dos crimes hediondos (Lei nº 8.072/1990), tal qual o estupro, genocídio e latrocínio, entre outros. A pena prevista para o homicídio qualificado é de reclusão de 12 a 30 anos.

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