Roda de samba encerra as atividades do mês da Consciência Negra

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Evento, no Mercado Público, também celebrou o Dia Nacional do Samba

Uma roda de samba, realizada no Mercado Público de Itajaí, neste domingo (1º), marcou o encerramento das atividades da campanha Itajaí Sem Racismo e do mês da Consciência Negra, programação coordenada pela Secretaria de Promoção da Cidadania. O espetáculo, com o grupo Filhos da Maria do Cais, também celebrou o Dia Nacional do Samba, comemorado em todo o país neste dia 02 de dezembro.

Ao longo de todo o mês de novembro, diversas atividades alusivas ao mês da Consciência Negra foram desenvolvidas no município de Itajaí na segunda edição da campanha Itajaí Sem Racismo, cujo objetivo é o de enaltecer a cultura afro-brasileira presente na cidade, além de promover o debate sobre o combate e a superação ao racismo. Nos últimos anos, o Prêmio Simeão, homenagem de valorização ao negro na sociedade itajaiense, marca o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro.

“No término da campanha, temos a certeza de que, neste ano, mais uma vez o saldo é positivo, pois conseguimos realizar várias ações voltadas ao enfrentamento do racismo. Também realizamos atividades abrangendo diversas expressões da cultura afro, como dança, música e religião, por exemplo, além de homenagens importantes a personalidades da nossa cidade, como a enfermeira Tânia Juçara da Silva Pereira, no Prêmio Simeão, e o Tributo à Negra Tereza, musicista ligada ao samba”, destaca Sara Ternes, diretora de Relações Temáticas da Secretaria de Promoção da Cidadania.

A edição 2019 da campanha Itajaí Sem Racismo, cujo tema foi “Igualdade, a gente sente na pele”, contemplou, ainda, seminários, palestras, rodas de conversa e uma blitz educativa, além de inúmeras atividades específicas desenvolvidas com alunos da rede municipal de ensino. “O saldo é positivo fundamentalmente porque conseguimos envolver diversas secretarias municipais, como Educação, Saúde e Cultura, além da parceria do Conselho Municipal de Desenvolvimento da Comunidade Negra de Itajaí (Conegi) e de várias outras organizações sociais”, pontua Sara.

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