Rodando distraído

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por Luiz Humberto Monteiro Pereira

            Usar o celular ao dirigir é um perigo, mas está longe de ser a única causa de distração no volante. Mesmo sem perceber, praticamente todos os motoristas têm algum momento de falta de atenção no meio do seu trajeto. A direção distraída se enquadra, geralmente, em três categorias.

A primeira é a distração mental quando qualquer atividade tira a mente do motorista da pista, desde conversar com passageiros até se perder no pensamento enquanto ouve uma música no rádio. A segunda é a distração visual, que ocorre quando o motorista desvia o foco da estrada para se fixar em outra coisa, como olhar o telefone, supervisionar os filhos ou observar algo que ocorre fora do veículo.

E a terceira é a distração manual, quando o motorista tira uma ou as duas mãos do volante por qualquer motivo, como para se pentear, ajustar o GPS ou buscar algo na bolsa ou no porta-luvas. Ler e enviar mensagens de texto, por combinar os três tipos de distração, é particularmente perigoso e pode mais que dobrar a chance de ocorrer um acidente.

Além da educação e conscientização dos motoristas, hoje há tecnologias de assistência que ajudam a evitar esse tipo de acidente. A nova Ford Ranger 2020, por exemplo, é a primeira picape média a oferecer assistência autônoma de frenagem com detecção de pedestres.

Esse sistema, operado por radar e câmeras, atua ao identificar um risco iminente de colisão: em velocidades de até 60 km/h é capaz de parar totalmente o veículo. Acima dessa velocidade, ajuda a reduzir a força do impacto mesmo que o motorista não tome nenhuma ação.

Agência AutoMotrix

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