Secretaria de Saúde reforça importância da vacinação contra o sarampo

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Santa Catarina está com surto ativo da doença e mais de 200 casos confirmados

A Secretaria de Saúde de Itajaí, por meio da Vigilância Epidemiológica, reforça a importância da vacinação contra o sarampo para toda população. Nesta semana, Santa Catarina chegou a 218 casos da doença e está com surto ativo. A vacina é a única forma de prevenção eficaz e deve ser feita em pessoas de seis meses a 49 anos.

Os dados do aumento de casos confirmados de sarampo no Estado foram divulgados no boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC) e são referentes ao período de 1º de janeiro a 8 de dezembro. Os jovens de 20 a 29 anos são os mais afetados pela doença, com 98 casos (45 %), seguidos da faixa etária de 15 a 19 anos com 60 casos (28 %).

Além dos casos já confirmados, outras 112 notificações estão em investigação em SC. As cidades com maior número de pessoas contaminadas são Joinville (85 casos), Florianópolis (29) e Concórdia (18). Itajaí não teve registro de casos confirmados até o momento.

Vacinação

A vacina contra o sarampo está disponível em todas as unidades básicas de saúde gratuitamente. Para receber a dose basta apresentar a caderneta de vacina ou documento com foto.

“Pedimos que quem não está com a vacina em dia compareça a uma unidade de saúde. O sarampo é uma doença grave e que pode levar à morte. A vacina é a única forma de prevenção”, ressalta a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Richelle Parodi.

Bebês de seis meses precisam tomar a chamada dose zero da vacina. Ao completar um ano, eles recebem uma dose da vacina Triviral (sarampo, caxumba e rubéola) e com 1 ano e 3 meses é aplicada a vacina Tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).

Já os adultos até 29 anos devem ter comprovado na caderneta duas doses da vacina contra o sarampo. Pessoas entre 30 e 49 anos precisam tem uma dose comprovada. Os profissionais de saúde também devem ser imunizados com duas doses, independentemente da idade.

Idosos com mais de 60 anos podem fazer a vacina com recomendação médica ou em casos de bloqueio vacinal. Quem for viajar para locais com surto da doença também precisa se imunizar.

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